Coerência feminina
...
Coerência... quê???
De fora chegam notícias que exigem reciprocidade: O que contam os da casa? O que se faz por essas bandas? Como é que tens andado? Como se passam os dias?
Consoante a insistência, assim se encolhem os ombros, assim escasseiam as respostas.
O tempo reduz-se a pó, a velocidade ilusória dos dias confunde-se com o vazio.
As rotinas esvaziam o conteúdo das vidas, deixam-nos cair no anonimato, no desprendimento.
Respondo, por preguiça (e desleixe) que nada de novo há a contar. Tudo na mesma, tudo tranquilo.
Igualmente camuflado em agendas rabiscadas e ritmos de cafeína, passou um ano.
De coragem e irreversíveis mudanças .
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Rit@
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11:57 da tarde
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"En México, más que una festividad Cristiana, es una celebración donde se mezclan tanto la cultura prehispánica como la religión católica, donde el pueblo Mexicano logró mantener sus antiguas tradiciones vivas. Dentro de éstas tradiciones se mezclan sentimientos contrastantes, como lo son el dolor de perder a un ser querido, unidos al colorido de la fiesta y la diversión (...)"
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Rit@
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2:32 da tarde
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"É um gajo que eu admiro, pá! Tem sentido de humor e não se leva demasiado a sério, o que nos dias que correm não só pode ser entendido como um sinal de verdadeira inteligência."
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Rit@
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6:09 da tarde
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"Comportavam-se como irmãs: ora choravam, ora riam; ora se abraçavam ou se repeliam; queixumes e confortos numa mesma linha de diálogo.
Receberam a mesma educação, frequentaram as mesmas escolas, os amigos eram comuns.
Leram os mesmos livros, a música foi sempre partilhada, mas os ideais desde sempre as separaram.
Com a passagem do tempo as diferenças de personalidade acentuaram-se. Os planos deixaram de convergir. As ideias tornaram-se paradoxais.
Por vezes, observavam-se como estranhas, unidas pela fatalidade incontornável dos laços familiares.
Não era uma questão de falta de afectos, pois estes existem a priori.
Trata-se de embaraço, de uma distância socialmente aceitável; de uma relação que prescinde de palavras por delas não carecer.
E o tempo passa sem que nada se altere, com as mesmas oscilações de humor, os mesmos ciúmes irracionais.
Anos depois, com os filhos já longe, sentadas no sofá, riem juntas.
Ao fazê-lo vincam ainda mais as rugas que lhes desenham o rosto: afinal, ainda discutem por causa do comando da televisão que agarram com as mãos trémulas da artrite."
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Rit@
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8:45 da manhã
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Lá dizia o outro... quem tem tempo, tem blogue.
Quem não tem... tem pena.
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Rit@
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5:32 da tarde
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O regresso, em força, às salas de cinema, desta feita com pipocas e coca-cola, num formato pouco original e que peca pela superficialidade.
Ainda assim, mais não se poderia exigir para um serão de Domingo que mais parecia uma segunda-feira.
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Rit@
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8:41 da manhã
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"Então, como correu essa viagem?"
"Bem...nem te conto. Foi linda. Maravilhosa! Aquela cidade, pá, aquela cidade... Digo-te, eu nasci para viver naquela cidade. Tem tudo a ver comigo."
"Não te querendo desmoralizar com os meus habituais comentários amargos, não me parece que sejas a única que deveria estar a viver em N.Y.. Sempre considerei que o facto de todos nós termos nascido e vivido, quase sempre, na parvalheira mais ocidental da Europa, foi um tremendo erro de casting... "
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Rit@
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9:05 da tarde
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Rit@
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4:50 da tarde
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Momentos há em que desejo ser vedeta o suficiente para poder usar e abusar do gesto e ainda ser aplaudida por isso!
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Rit@
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6:55 da tarde
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